segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Helvetica - A queridinha dos designers


Em 1957, Miedinger criou a família tipográfica chamada Neue Haas Grotesk, comprada por Eduard Hoffman para a empresa Haas'sche Schriftgiesserei em Münchenstein, Suíça. Em 1960, a fonte foi renomada para refletir o nome do país em latim - Helvetica.
Espalhada como um símbolo de tecnologia de ponta suíça, Helvetica tornou-se reconhecida mundialmente.
O objetivo da tipografia era criar um tipo claro, sem significados culturais, de fácil legibilidade e que pudesse ser usada em diferentes tipos de plataformas: desde sinais de trânsito até materiais gráficos.
Helvetica é uma das fontes sem-serifa mais usadas no mundo. Existem versões para línguas derivadas do latim, cirílico, hebreu e grego, além de versões especiais para hindu, urdu, Khmer e vietnamita. Variantes dos sistemas de escriba baseado em caracteres incluem chinês, japonês e Koreano, foram desenvolvidas para complementar este tipo.
Entre as empresas mais famosas que usam Helvetica em suas marcas estão a 3M, American Airlines, Boeing, Jeep, a rede de jornalismo BBC News, Microsoft, Panasonic e muitas outras. 
Esta fonte é estampada até em ônibus espaciais da Nasa, além de possuir um filme em forma de documentário, lançado em 2007, contando sua história.
Com mais de 50 anos de sua existência, Helvetica é a fonte mais popular do mundo.

Em 1982, Robin Nicholas e Patricia Saunders, da Monotype Typography, criaram a Sans Serif. Que em 1992, foi renomeada para "Arial" ao ser distribuída pela Microsoft com o Windows 3.1.
Existem rumores quanto a esta fonte, pois acreditam que é uma cópia quase que idêntica da fonte Helvetica. É notório que ambas possuem uma largura muito próxima, onde a forma mais fácil de distinguir uma fonte da outra é observar as letras em C, G e R em caixa alta, e também as letras a, e r e t em caixa baixa.


Veja também: Helvetica - O filme

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